SEJA VOCÊ MESMA

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Quer saber? Você nasceu para ser presença no mundo. Não se esconda de si mesma preocupando-se com a opinião dos outros sobre você. Dane-se a opinião alheia. Esta é a parte mais maluca que você aprende com a maturidade.

Fiquei pensando muito nisso, já que até um tempo atrás, amor próprio e autoestima eram termos que não existiam no meu vocabulário. Com o tempo eu fui ficando bem desencanada disso e aprendi a ser feliz do meu jeitinho. Aprender a olhar para dentro, saber do que você gosta, o que te faz se sentir bem e confortável.

Buscar o amor próprio, confiar em si mesma e aceitar-se do jeito que você é e gostar disso, sem abrir mão dos seus sonhos e cobrir-se de felicidade, não se escondendo de si mesma, ajuda muito a descobrir sobre sua autoestima. Sempre leve com você sobre aquela imagem que você encontra quando se

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FELICIDADE É CHEIRO DE BOLO DE CENOURA

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Se tem uma coisa que eu gosto, é Bolo de Cenoura. Eu me lembro da minha vó, que nas férias, fazia bolo quase todo dia de lanche. Ou seja, não posso sentir cheiro de Bolo de Cenoura sendo feito que me traz uma sensação boa da minha infância.

E é engraçado como o cheiro das coisas podem nos marcar ou trazer lembranças boas ou más. Hoje por exemplo, está chovendo, e o cheiro da chuva, mesmo não me trazendo nenhuma lembrança, me traz uma sensação boa. Cheiro de livro novo, cheiro de brigadeiro, um perfume que eu usei ainda me faz lembrar do meu primeiro beijo…

Acredito que algumas pessoas tem a memória olfativa mais aguçada, e pelos meus cálculos, é o meu caso, ou não teria outra explicação para eu associar Bolo de Cenoura à felicidade, não?

Se você leu

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Eu sempre amei você

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Sabe o que é?

Certo. Vou falar antes que este frio na barriga faça com que eu perca a coragem. Sim, já faz um tempo que te olho de longe e percebo que o seu jeito de ser combina perfeitamente com o meu. Eu estava errada quando falei em amizade. Você chegou de mansinho e eu estava bagunçada demais para perceber que era você quem iria me desembaraçar. Seria o remédio para a cura de todas as minhas dores, do meu medo de não dar conta de mais um tombo, a minha insegurança. Meu desejo mais profundo era poder tocar suas mãos para entrelaçar nossos dedos quando batesse aquele medo do que os próximos dias poderiam reservar para mim.

Aconteceu. Acho que o destino foi abrindo as portas da minha vida e colocando as suas janelas bem na frente de onde eu estava sentada. E eu sempre querendo sair por

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Carta ao meu futuro: Menos Turismo, mais Viagens

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Viaje. Se eu pudesse me escrever uma carta hoje, em 2016, para ser lida antes de entrar na faculdade, em 2001, o que eu diria a mim mesma? Que tipo de conselhos eu me daria? Se eu pudesse ter uma conversa com o meu futuro, daria apenas um conselho para a minha vida: viaje. Sempre. Porque viajar é uma das melhores sensações que a vida pode oferecer. Às vezes, o que a gente precisa mesmo é perceber o nosso olhar de uma perspectiva diferente. Sair da bolha da nossa rotina, te juro, é essencial. Saia do óbvio. Em sua própria cidade mesmo, enquanto não der para ir mais longe ou naquele livro sobre um outro país ou indo conhecer aquela famosa praia do Nordeste. Viaje para entender porque as pessoas falam que não há nada como voltar para casa ou perder-se num abraço do “até breve”. Sem respirar um novo

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Divertida Mente: Real Mente!?

 

Entramos em dezembro e, automaticamente, começamos a fazer um balanço mental de tudo o que passamos e nossas resoluções para um ano mais próspero. Acredito que esse é um momento comum a muitas pessoas, em que tantas lembranças e sentimento voltam à tona e se misturam.

Sendo um apaixonado por roteiros, daqueles que assiste qualquer coisa só para entender o poder que uma pessoa tem de extrair da imaginação do autor, das palavras e escritas um mundo completamente novo e, às vezes, tão real que fica difícil saber onde estão as verdades e mentiras, não há como não falar aqui do ousado sucesso da Pixar.

O filme trabalhou muito bem o termo storytelling ao transformar as coisas abstratas e complexas em concretas e simples. É claro que nossas memórias não são esferas coloridas e o trem dos pensamentos não é necessariamente um trem, aqui não podemos nos apoiar na

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